A linda e histórica cidade de Diamantina é mais uma vez palco do delicioso e imperdível 10ª Diamantina Gourmet – Festival de Gastronomia e Cultura. Nesta edição, em que a cidade comemora 20 anos de tombamento pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade também são celebrados os 10 anos do Diamantina Gourmet. Por isso, a rica história de Diamantina é a fonte de inspiração para os chefs na criação de seus pratos exclusivos, que estão sendo desenvolvidos com a consultoria do chef Eduardo Avelar. O projeto começou com um grande evento de abertura na Praça do Mercado e agora se inicia a fase de rodízio para os clientes irem conhecendo os pratos em todas as casas. E depois, entre os dias 27 de outubro e 17 de novembro, eles estarão disponíveis em todas os restaurantes. O rodízio segue a seguinte ordem: Sushi Barroco e Taberna 85 (dia 28/09), Pousada Garimpo e Deguste (05/10), Tropicália Sabores Ygloo e Singular (12/10), Relicário, Apocalipse e Mr. Cheff Gastrobar (19/10) e Tijucana e São Benedito (26/10).

Crédito: Wilian Santos

Diamantina é reconhecida por sua história ligada à busca de ouro e diamantes e por ser terra natal de Juscelino Kubitschek (1902-1976) e de Chica da Silva (1732-1796). Em um passeio pelas ruas é possível apreciar o casario colonial de inspiração barroca, construções históricas, suas igrejas seculares e a paisagem de tirar o fôlego. “Estamos trabalhando com dois pilares para a elaboração dos pratos. O primeiro, no uso de ingredientes locais, buscando a identidade regional, como a palma do inferno, o milho verde, queijos, carne de porco, feijão de andu. E o segundo, é a homenagem a personagens e edificações históricas da cidade em função desse ano especial. Estou muito surpreso com a qualidade desse processo e os resultados serão surpreendentes”, coloca Avelar.

Crédito: Wilian Santos

O objetivo do Diamantina Gourmet é incentivar o desenvolvimento do turismo pela divulgação e promoção da gastronomia, suas riquezas e talentos e impulsionar o município no cenário turístico nacional, além é claro de contribuir para o comércio local. Para quem não conhece, a charmosa Diamantina localiza-se no Vale do Jequitinhonha, a 285 quilômetros de distância de Belo Horizonte. A 10ª edição do Diamantina Gourmet conta Patrocínio da Gasmig, incentivo da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, realização do Sebrae, Prefeitura Municipal de Diamantina e do Governo de Minas – Governo Diferente Estado Eficiente. A gestão é da Espaço Ampliar, do Instituto Eduardo Freiro e da Armazém de Standes, com apoio da UMA e da EMATER MG.

Restaurantes participantes

1) Restaurante Apocalipse

Prato Riqueza da Serra

Descrição: Costeleta suína defumada com lâminas de palma do inferno, servida com polentinha de milho verde, tritura de queijo Minas e champignons ao vinho da terra.

Ingredientes da região: Palma do inferno, milho verde, queijo artesanal certificação Diamantina e vinho de Diamantina

Homenagem: Serra dos Cristais

Como pano de fundo da cidade, a Serra dos Cristais integra o conjunto tombado como Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Emoldura e lhe presenteia com diamantes, belas cachoeiras e grutas, além das peculiaridades para a culinária, como a “palma do inferno”. O casarão Apocalipse propicia uma bela vista desta perfeita integração da Serra dos Cristais com a cidade colonial portuguesa.

Valor: R$ 28,00

Chef Responsável: Cristiane Pereira

Endereço: Praça Barão Guaicuí, 78, Centro, Diamantina – MG

Telefone: (38) 3531-3627

2) Taberna 85 – Empório Gastrobar

Prato Beijo da Chica

Descrição: Tábua rústica composta de bolinho de queijo frito; lascas de queijo minas artesanal do terroir de Diamantina, maturado 35 dias e harmonizado com geleia de abacaxi com pimenta. Para uma combinação perfeita é acompanhado do salame Cracóvia, produzido com 100% de carne suína, defumada e depois maturada por 30 dias. O Cracóvia possui sabores únicos, devido ao vinho presente na massa e especiarias.

Ingredientes da região: Queijos muçarela do Serro e parmesão, geleia,morango e embutido.

Homenagem: Chica da Silva

O prato traz um pouco da essência cultural da culinária secular, onde o queijo e a charcuteria eram produtos consumidos em tabernas; casas e também levados em viagens longas. A Chica da Silva é nossa homenageada com um beijo e um queijo. O beijo da Chica é uma forma de resgatar produtos consumidos e produzidos em tempos passados e que se tornaram iguarias na contemporaneidade.

Valor: R$ 28,00

Chef Responsável: Taysa Godinho

Endereço: Rua Quitanda, 40, Diamantina – MG

Telefone: (38) 9906-8206

3) Relicário Gastronomia

Prato Fubá da Chica

Descrição: Releitura do tradicional fubá suado – Linguiça artesanal de pernil, ao molho de tamarindo, acompanhada de ovo frito e fubá suado incrementado, preparado com fubá de moinho d’água, bacon, queijo artesanal de Diamantina, serralha e castanha de caju.

Ingredientes da região: Fubá de “munho” d’água, banha, linguiça artesanal, queijo certificado Diamantina, tamarindo e serralha.

Homenagem: Chica da Silva

Receita criada para atender aos caprichos dos nobres do antigo Arraial do Tijuco, dentre eles a Chica da Silva, uma escrava alforriada que viveu em Diamantina, antigo Arraial do Tijuco durante a segunda metade do século XVIII. Ela manteve durante mais de quinze anos uma união consensual estável com o rico contratador dos diamantes João Fernandes de Oliveira, tendo com ele treze filhos. O fato de uma escrava alforriada ter atingido posição de destaque na sociedade local durante o apogeu da exploração dos diamantes deu origem a diversos mitos, um deles é que a Chica era muito exigente com sua alimentação e adorava comer fubá suado. Portanto, para homenageá-la, criamos uma releitura do tradicional fubá suado.

Valor: R$ 48,80

Chef Responsável: Rachel Palhares

Endereço: Rua Joaquim Gomes da Costa, 59, Diamantina – MG

Telefone: (38) 3531-4294

4) Deguste

Prato Passadiço Da Glória Sobre Molho Capistrana

Descrição: Canelone com massa de ora-pro-nobis com recheio de queijos: Minas meia cura, muzzarela, ricota e parmesão; coberto com bechamel e parmesão (gratinado e crispi), guarnecido com carne de porco na lata ao molho de rapadura com cerveja escura Jim Bigodon da Cervejaria Capistrana.

Ingredientes da região: Ora-pro-nóbis, queijo meia cura, rapadura, banha de porco caipira, cerveja escura Capistrana.

Homenagem: Passadiço da Glória

Ícone da cidade de Diamantina, o chamado “Passadiço da Glória”, que encanta pela sua graciosidade, foi construído para ligar as duas casas que funcionavam como educandário e orfanato. No prato, o Passadiço é representado pelos Canelones de ora-pro-nóbis com recheio de queijos e o molho Capistrana com rapadura sobre a carne de lata simboliza a cor dourada predominante no calçamento da Rua da Glória ao entardecer.

Valor: R$ 45,00

Chef Responsável: Luiza Almeida

Endereço: Beco do Mota, 31, Diamantina-MG

Telefone: (38) 3531-2277

5) Mr. Chef’s Gastrobar

Prato Caminhos de Saint Hilaire

Descrição: Barriga de porco marinada e assada, coberta por molho de rapadura e balsâmico, acompanhada de risoto de banana da terra e queijo

Ingredientes da região: queijo maturado casca fina Andrade Vale, banana da terra, rapadura e vinho.

Homenagem: Caminhos de Saint Hilaire

Augusto Saint Hilaire (1779-1853) foi um pesquisador naturalista e viajante francês, e um dos primeiros a fazer registros científicos e históricos da flora brasileira. Por suas andanças, percorreu vários estados, incluindo Minas Gerais. Entre as cidades mineiras por onde passou, estão Diamantina, Ouro Preto, Juiz de Fora, Sabará e muitas outras. Saint Hilaire dormia em fazendas, currais e improvisava tendas dormindo sob couro de boi. Comia o mesmo que os tropeiros, jacuba(farinha de milho com rapadura), e à noite o jantar era à base de feijão, toucinho de porco, arroz e mandioca. Morreu solteiro aos 73 anos, na França, considerando o Brasil sua “segunda pátria.” A Saint Hilaire, que muito contribuiu para o Brasil, para nosso Estado e nossa cidade, com suas pesquisas, deixamos nossa homenagem, saboreando as memórias da época.

Valor: R$ 45,00

Chef Responsável: Leonardo Pereira

Endereço: Praça Joubert Guerra, 119B (em frente a Catedral Metropolitana), Diamantina-MG

Telefone: (38) 3531-3696

6) Singular Sabor e Arte

Prato Patrimônio – João Antunes

Descrição: Tropeiro de andu com fubá torrado de moinho d’água, linguiça caseira e ovos caipira, sobreposto em uma cama de couve temperada com especiarias. Acompanha pernil ao molho agridoce de tamarindo com melaço de cana e uma tradicional dose de cachaça da fazenda “Amendoim”.

Ingredientes da região: Andu, fubá de moinho d’água, linguiça de porco, tamarindo, melaço de cana e cachaça da roça.

Homenagem: Dr. João Antunes

A política com “P” maiúsculo foi a grande paixão de Dr. João, três vezes prefeito da cidade. Dentre todos os seus feitos, a conquista do Título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, em dezembro de 1999, é sem dúvida a mais importante. Como bom degustador da comida mineira, não podia faltar em sua mesa andu, ovo caipira, carne de porco e uma boa cachaça da roça. Alimentos que eram provenientes da sua fazenda “Amendoim”, seu segundo lar.

Valor: R$ 37,00

Chefs responsáveis: Mariana e Liliana Antunes

Endereço: Beco da Tecla, 28, Diamantina-MG

Telefone: (38) 3333-3333

7) Tropicália Sabores Ygloo

Prato Isidoro, Chega de Saudade

Descrição: Fubá suado com canela em pau e cravo da índia, melaço quente de rapadura, queijo Braúnas ralado, sorvete de milho verde e canela em pó.

Ingredientes da região: Fubá de moinho, queijo Braúnas, rapadura e hortelã.

Homenagem: Isidoro, Chega de Saudade

Isidoro foi um escravo que viveu em Diamantina. Assim que conseguiu a sua liberdade passou a minerar por conta própria, sendo considerado hábil, valente e audacioso. Conseguiu assim enganar e esconder seus tesouros da coroa portuguesa, rendendo a fama de atrevido, mas, para os seus companheiros era uma pessoa de caráter forte, fiel e justo.  A saudade que Isidoro sentia da cultura africana é representada pela música da bossa nova “Chega de Saudade”, que enfatiza a falta da presença do amor. Esse gênero musical teve suas raízes em Diamantina, no final da década de 50, que veio revolucionar a música brasileira pela maneira singular do eterno João Gilberto dedilhar o violão.Através dessa rica cultura surgiu o prato Isidoro, Chega de Saudade.A receita é inspirada no cuscuz, forma utilizada pelos norte-africanos para cozinhar seus cereais, Devido às dificuldades de encontrar os utensílios necessários para a confecção nas panelas de cuscuz, passou-se a utilizar tachos para cozer a farinha de milho surgindo assim o saboroso fubá suado, que por sua vez faz parte da tradicional culinária diamantinense. No prato, o fubá representa os tesouros escondidos em Diamantina, o queijo retrata a ligação das culturas afro-brasileiras tão presente em nossa cidade, o melaço simboliza as lágrimas de saudade do negro Isidoro, já o sorvete nos traz a inovação e a leveza da Bossa Nova. Essa receita sinaliza que devemos ter um olhar diferenciado para as coisas simples da vida. E assim… misturando saberes e reinventando sabores vamos deliciando cada momento da vida.

Valor: R$ 15,00

Chef Responsável: Diego Henrique Costa

Endereço: Rua Augusto Nelson, 205, Diamantina – MG

Telefone: (38) 3531-1559

8) Catedral Pub

Prato Paella Diamantinense

Descrição: Paella com características mineiras onde o açafrão, a páprica, o azeite e o alho temperam o arroz, as linguiças artesanais da região e os outros ingredientes que dão o toque final de regionalidade e tradição: as tiras verdinhas de Palma do Inferno e o saboroso feijão de andú, regados com vinho produzido em Diamantina.

Ingredientes da região: vinho, linguiça artesanal e palma do inferno.

Homenagem: Os garimpeiros

A ousadia em propor uma Paella Diamantinense fica atenuada pelo merecimento daqueles que suaram sobre a bateia para colocar a jóia do Jequitinhonha, Diamantina, no cenário internacional. A atividade econômica de extração de diamantes no século XVIII era manejada pelos garimpeiros, que hoje recebem essa singela homenagem. A paella representa aqui a bateia, que é o instrumento usado por eles para separar aquilo que não tinha valor do que tinha, o Diamante! Da mesma forma, neste prato deixamos de lado aquilo que não nos interessava, para deixar brilhar os incríveis ingredientes locais e proporcionar uma experiência gastronômica preciosa.

Valor: R$ 30,00

Chefs responsáveis: Edson Puiati e Bruno Alencar

Endereço: Rua Direita, 68 – Centro, Diamantina – MG

Telefone: (38) 3531-3627

9) São Benedito Café e Empório

Prato Ôooo de fora!

Descrição: Purê de mandioca com queijo e açafrão, canela de porco cozida desfiada e prensada em crosta de pequi e baru com limão capeta, legumes assados e jacuba.

Ingredientes da região: Açafrão, pequi, baru, requeijão e farinha.

Homenagem: Hotel Tijuco e Oscar Niemeyer

O Hotel Tijuco, um dos presentes de Oscar Niemeyer para a arquitetura diamantinense, é homenageado pelo prato “Ôooo de fora!” pela essência das origens do Arraial do Tejuco, atual Diamantina. O prato traz elementos “de fora”, que vem dos quintais e das hortas itinerantes dos Sertanejos no desbravamento da região. A carne de porco é preparada de forma similar à dos Sertanejos, que cozinhavam no pinga e frita,desossavam e prensavam (durabilidade e menor volume),quiçá a rillette francesa. Legumes assados remetem ao uso de braseiro, além da presença marcante e característica de ingredientes regionais como o pequi, castanha de baru e o açafrão que está na época de colheita. A jacuba, café engrossado com farinha de moinho torrada e requeijão do norte, completa a experiência de sabor da singela homenagem.

Valor: R$ 30,00

Chef Responsável: Jayme Amaral

Endereço: Rua Macau do Meio, 173, Diamantina – MG

Telefone: (38) 99885-0845

10) Livraria e Café Espaço B

Prato Oratório (para comer ajoelhado)

Descrição: Petit gateau de abóbora, costelinha ao molho de cerveja e cebola caramelizada, ora-pro-nobis salteada.

Ingredientes da região: abóbora, ora-pro-nobis, costelinha, cerveja.

Homenagem: José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita foi um compositor clássico que nasceu no Serro (Vila do Príncipe), vivendo em Diamantina no final do século XVIII (1784 a 1798). Durante sua estada, na época Arraial do Tejuco, Lobo de Mesquita trabalhou como organista da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo compondo belíssimas músicas como Salve Regina (Antífonas. de Nossa senhora), Te Deum, Ladainha e Missa em Si Bemol, além de diversos oratórios especialmente para a semana santa. Sua carreira profícua rendeu aproximadamente 300 composições, sendo considerado um dos mais importantes compositores clássicos brasileiros de todos os tempos. A definitiva consagração como músico ocorreu no Rio de janeiro onde compôs outras importantes obras. Veio a falecer no início do século XIX aos 59 anos.

A escolha dos ingredientes locais para a composição do prato baseou-se na ideia de unir a simplicidade do rústico (a abóbora, o ora-pro-nobis e a costelinha) com a possibilidade de elevar a essência orgânica de cada produto (petit gateau, molho de cerveja e cebola caramelizada), assim como na música de Lobo de Mesquita que, partindo do caráter regional, alcançou dimensões nacionais atravessando os séculos.

Valor: R$ 42,00

Chef Responsável: Daniele Moreira

Endereço: Beco da Tecla, 31, Diamantina – MG

Telefone: (38) 3531-6005

11) Sushi Barroco

Prato Cuscuz Imperial

Descrição: Sêmola de trigo com legumes salteados no azeite, tomatinho cereja, salmão grelhado ao molho teriyaki de rapadura com cebolas roxa e morangos caramelizados

Ingredientes da região: Morangos de Datas e Rapadura.

Homenagem: Garimpo de Diamantina

Um conceito que vem do garimpo com uma roupagem dos impérios do Arraial do Tijuco. Uma cidade que transborda histórias e fascina os paladares com sua culinária peculiar.

Valor: R$ 42,00

Chef Responsável: Cícero Felix

Endereço: Beco da Tecla 61, Diamantina – MG

Telefone: (38) 3531-3792

12) O Garimpeiro. Pousada do Garimpo

Prato Mexidão da Madrugada

Descrição: Mexidão feito com feijão andu, ovo, toucinho, linguiça artesanal, farinha de mandioca, arroz, couve e bife de pernil.

Ingredientes da região: feijão andu, linguiça artesanal, ovo caipira e couve.

Homenagem: Fernando Brant e sua música Beco do Mota

O músico, compositor, jornalista e escritor Fernando Brant, filho do diamantinense Dr. Moacyr Brant, passou parte de sua infância em Diamantina, que inspirou várias de suas composições. Em Beco do Mota, ele fala da boemia de Diamantina e utiliza o fechamento desta rua como metáfora para a repressão da ditadura. O mexidão é um prato tradicionalmente mineiro, que nunca sai de moda. Que se come dentro e fora de casa. É saboroso, nutricionalmente rico e serve para devolver as energias depois de uma noitada. Nele está representada a tradição e a informalidade. O sabor casto de cada ingrediente que se mistura no preparo trazendo a malandragem da boêmia. Uma homenagem ao Beco Motta em seu esplendor de vida e à um grande amigo que nos deixou.

Valor: R$ 84,00 (serve duas pessoas)

Chef Responsável: Vandeca

Endereço: Av. da Saudade, 265 – Centro, Diamantina – MG

Telefone: (38) 3532-1040

13) Cerveja Arte Tijucana

Prato Festa do Divino

Descrição: Costelinha suína no molho de cerveja tijucana e farofa de fubá suado

Ingredientes da região: cerveja, queijo e fubá.

Homenagem: Festa do Divino

A Festa do Divino Espírito Santo de Diamantina ocorre anualmente no domingo de Pentecostes, cinquenta dias depois da Páscoa. O prato é uma releitura do bolo de arroz das festas religiosas, relembrando os almoços fartos nas casas dos festeiros. Na cidade, tanto a Festa do Divino como o “modo de fazer o Bolo de Arroz” foram reconhecidos como patrimônios culturais.

Valor: R$ 35,00

Chef Responsável: Renato Amorim

Endereço: Beco da Tecla, 58, Diamantina – MG

Telefone: (38) 98839-1008

Mais informações: https://www.facebook.com/diamantinagourmet/